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	<title>Shifu Luis Mello</title>
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	<description>A Shaolin Temple Especial Experience</description>
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	<title>Shifu Luis Mello</title>
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		<title>O cheiro do carvão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Mello]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Jan 2018 22:05:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog do Shifu Luis Mello]]></category>
		<category><![CDATA[O mundo de Shifu Luis Mello]]></category>
		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Livre mercado]]></category>
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					<description><![CDATA[Minha primeira escola de Kung Fu e Budismo que montei foi em São Mateus, extrema Zona Leste. Eu costumava sentar em meditação antes dos treinos de Kung Fu que ministrava....]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Minha primeira escola de Kung Fu e Budismo que montei foi em São Mateus, extrema Zona Leste. Eu costumava sentar em meditação antes dos treinos de Kung Fu que ministrava. Na calçada em frente, a fumaça do carvão de um churrasco de gato recém aceso adentrava o recinto misturando o cheiro de queimado ao de incenso. O som de &#8220;Oh Mila, 1001 noites de amor com Você, na praia, no carro, no farol apagado, no moinho abandonado&#8230; !&#8221; do Cantor de Axé Netinho ensurdecia o som do mantra<span class="text_exposed_show"> que sempre deixava entoando durante as aulas. Resistir até o fim era minha proposta. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span class="text_exposed_show">Foi nessa época que a fachada de minha pequena escola tão arduamente pintada foi <em>pixada</em>, depredada depois de tanto esforço meu. Um dia voltava de uma loja de artigos esportivos, a Jugui, com uma arma chinesa cara que havia comprado com meu único dinheiro e dedicação heroica. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span class="text_exposed_show">Dentro do ônibus que vinha da Penha até São Mateus uns quatro moleques pagodeiros (na época eram moda) viram um anúncio numa casa de show durante o trajeto da Av. Aricanduva: &#8220;Katinguele nesta terça-feira&#8221;. Eles se entreolharam e disseram: &#8211; Vamos, tá marcado? Bora, demorou, é nois! É tudo nosso!&#8221;<br />
Ocorreu dentro de mim uma transformação poderosa e irreversível. A verdade caíra com o tamanho e peso do firmamento eterno. Minha essência mudara. Neste dia algo me fez ver o invisível que poucos brasileiros conseguem ver.  </span><span class="text_exposed_show">Devido a meu amor pelo Shaolin arregacei as mangas e fui trabalhar e lutar contra a miséria e destino medíocre que minha condição social queria me impor, mas minhas condições psicológicas e espirituais não aceitavam. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span class="text_exposed_show">O Kung Fu me fez ver através da estrondosa iluminação súbita a verdade imperceptível. Foi através da vontade de montar um local apropriado de treino que eu percebi a miséria existencial que minha pátria se encontrava. Neste dia compreendia o poder da livre iniciativa e empreendedorismo. Dane-se o Estado!</span></p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter wp-image-1742 size-full" src="https://luismello.com.br/wp-content/uploads/5335_1020479571188_1801154253_45300_6446146_n-1.jpg" alt="" width="604" height="453" srcset="https://luismello.com.br/wp-content/uploads/5335_1020479571188_1801154253_45300_6446146_n-1.jpg 604w, https://luismello.com.br/wp-content/uploads/5335_1020479571188_1801154253_45300_6446146_n-1-300x225.jpg 300w" sizes="(max-width: 604px) 100vw, 604px" /></p>
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		<title>O acesso ao Kung Fu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Mello]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Oct 2017 23:10:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ensaio]]></category>
		<category><![CDATA[Kung fu na internet]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeo aulas]]></category>
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					<description><![CDATA[Iniciei minhas práticas intensivas de Kung Fu por volta de 14 anos e desde então sempre procurava pesquisar e estudar sobre todos os temas relacionados; Livros, VHS, programas de TV,...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Iniciei minhas práticas intensivas de Kung Fu por volta de 14 anos e desde então sempre procurava pesquisar e estudar sobre todos os temas relacionados; Livros, VHS, programas de TV, Filmes, matérias de revista.<br />
No final dos anos 80 e inicio dos 90 para que pudêssemos assistir a um filme de Kung Fu em vídeo cassete (agora esse termo chego a parecer estranho até, &#8220;vídeo cassete&#8221;) tínhamos que nos juntar entre amigos, sendo que um deles tinha algum filme exótico e um outro, o vídeo cassete, e lá íamos ver em grupo comendo pipoca, desfrutando da companhia e experiências. O Kung Fu é uma tecnologia alienígena a nossa cultura ocidental e para que pudêssemos ter contato com a arte tínhamos que nos empenhar.<br />
Nos cinemas do centro passavam os filmes que assistíamos num dia só, dois ou até por três filmes seguidos com breves pausas para o lanche para comer uma esfiha e tomar um mate.<br />
Devido a raridade desenvolvi o hábito de colecionar fitas e livros para consulta, mas isso se tornou frequente apenas quando adulto pois passei a ter dinheiro.<br />
Com o surgimento da INTERNET e DVDs tudo ficou mais simples. Foi como se um mundo inteiro se abrisse para mim e nenhuma informação era mais um mistério.<br />
TUDO passou a existir na WEB e com a internet vieram as comprar e até livros exóticos passaram a ser possíveis.<br />
Temos tudo na internet. Mas com ela veio a preguiça.<br />
Uma imagem vale por mil palavras, mas QUE palavras?<br />
Temos hoje em dia tantas coisas na internet que os jovens já não sabem o que seria real do falso. As propagandas se tornaram comuns e impositivas e aquilo que não surge em nossas telas significa erroneamente que não é bom. Apenas as pesquisas no topo do Google seriam os bons negócios.<br />
Antes era dificil mas hoje está tudo acessível mas o interesse diminuiu, ou a preguiça aumentou&#8230;um mistério! Talvez seja a falsa ideia de que somente o que é dificil de acessar é bom, como se assistir TODOS os videos de Kung Fu do Youtube, e ler todos os textos sobre artes marciais chinesas da internet farão o treino ficar mais fácil. NÃO, apenas o estudo será mais fácil, e as pessoas vão compreender melhor a arte Bilenar, mas o treino físico nunca ficará mais fácil pois nada mudou; a gravidade, o corpo humano e a violência não mudaram na Terra, e muito menos o desejo por buscar por um sentido na vida que faz muita gente estudar a Meditação e Filosofias contidas nas Artes Marciais Chinesas baseadas no Budismo, Taoismo e Confucionismo!</p>
<p style="text-align: justify;">A coisa ainda piorou nos últimos 4 anos onde nem no site as pessoas tem paciência de navegar e ler as informações. pegam o WhatzApp e já querem respostas mas já está tudo no site; horários, contato, videos, metodologia e modos de pagamento.<br />
Kung Fu é uma arte contemplativa e necessita de tempo para absorção mas o imediatismo se tornou padrão. O que não garantir satisfação mesmo que mentirosa não está mais sendo aceito. as pessoas imploram por mentiras para que a ânsia de busca seja suprida, pois ela vale mais do que a própria busca interior pela verdade e beleza&#8230;a satisfação imediata vale mais que a realização pessoal; na verdade a satisfação imediata é a nova realização pessoal!</p>
<p style="text-align: justify;">Para mim, Shifu Luis Mello, isso expõe algo muito triste e problemático. O passado está fadado a desaparecer no ocidente, as belezas e tradições humanas. e as pessoas na contemporaneidade estão EXTREMAMENTE desesperadas por afeto e isto é evidenciado pela necessidade doentia de satisfação emergencial imediata, com a ideia de que isso ajudará a trazer a felicidade, mas isto empurra cada vez mais o humano pra longe daquilo que faz com que ele mesmo seja mais&#8230;HUMANO!</p>
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		<title>Kung Fu como remédio fácil</title>
		<link>https://luismello.com.br/kung-fu-como-remedio-facil/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Luis Mello]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Sep 2017 22:45:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Kung Fu]]></category>
		<category><![CDATA[Terapia no Kung Fu]]></category>
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					<description><![CDATA[As pessoas tem buscado no Kung Fu a refrescância da alma e é justa tal procura, pois, o Shaolin é também desenvolvimento de uma mente límpida e coração bondoso; no...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As pessoas tem buscado no Kung Fu a refrescância da alma e é justa tal procura, pois, o Shaolin é também desenvolvimento de uma mente límpida e coração bondoso; no entanto os ocidentais erroneamente entendem que os aspectos filosóficos do Kung Fu que são originados no Budismo e Taoìsmo são remédios e para curar, assim como os remédios, basta comprar, ingerir e pronto.<br />
A tão almejada saúde existencial encontrada no Kung Fu provém de suor, sangue e lágrimas das artes bélicas Wushu, do senso de naturalidade e modéstia do Taoismo, que busca uma vida simples e contemplativa, e a moral, ética, etiqueta e valores familiares ensinados por Confúcio!<br />
Tais coisas são MATERIALIZADAS em pequenos gestos dentro do saguão marcial (wuguan) como auxiliar o Shifu a limpar o oratório, respeitar os praticantes mais antigos, cuidar dos mais novos, saber escutar, ter senso de responsabilidade na vida e entender que por muitas vezes a honra é mais importante que a vida, pois viver sem honra é já estar morto.<br />
Sabendo disso tenho um sério caminho e problemas a frente em minh a jornada a transmitir o Shaolin Kung Fu.<br />
A pergunta não é se CONTINUO OU DESISTO de ensinar tais valores, mas sim COMO posso continuar a ensinar sem MATAR a arte!<br />
Vou em frente.</p>
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		<title>Vida Lohan</title>
		<link>https://luismello.com.br/vida-lohan/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luis Mello]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Nov 2016 00:40:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Promo]]></category>
		<category><![CDATA[videos]]></category>
		<category><![CDATA[Família Lohan]]></category>
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					<description><![CDATA[Navegadores antigos tinham uma frase gloriosa: &#8220;Navegar é preciso; viver não é preciso&#8221;. Quero para mim o espírito [d]esta frase, transformada a forma para a casar como eu sou: Viver...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Navegadores antigos tinham uma frase gloriosa:<br />
&#8220;Navegar é preciso; viver não é preciso&#8221;.</p>
<p>Quero para mim o espírito [d]esta frase,<br />
transformada a forma para a casar como eu sou:</p>
<p>Viver não é necessário; o que é necessário é criar.<br />
Não conto gozar a minha vida; nem em gozá-la penso.<br />
Só quero torná-la grande,<br />
ainda que para isso tenha de ser o meu corpo e a (minha alma) a lenha desse fogo.</p>
<p>Só quero torná-la de toda a humanidade;<br />
ainda que para isso tenha de a perder como minha.<br />
Cada vez mais assim penso.</p>
<p>Cada vez mais ponho da essência anímica do meu sangue<br />
o propósito impessoal de engrandecer a pátria e contribuir<br />
para a evolução da humanidade.</p>
<p>É a forma que em mim tomou o misticismo da nossa Raça.</p>
<p>Fernando Pessoa</p>
[Nota de SF</p>
<p>&#8220;Navigare necesse; vivere non est necesse&#8221; &#8211; latim, frase de Pompeu, general romano, 106-48 aC., dita aos marinheiros, amedrontados, que recusavam viajar durante a guerra, cf. Plutarco, in Vida de Pompeu]
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		<title>Vingadores.br</title>
		<link>https://luismello.com.br/shifu-luis-mello-no-vingadores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luis Mello]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Nov 2016 10:45:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Midia]]></category>
		<category><![CDATA[History Channel]]></category>
		<category><![CDATA[Super Energia]]></category>
		<category><![CDATA[Superhumanos de Stan Lee]]></category>
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					<description><![CDATA[Vingadores.br Brasileiros com superpoderes como os heróis do filme norte-americano protagonizam ‘Super-Humanos’, programa que estreia hoje no History Chanel  Rio &#8211;  Eles voam, atingem alta velocidade, entortam barra de ferro, levantam...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="noticia-header">
<h1 id="noticia-titulo" style="text-align: justify;">Vingadores.br</h1>
<h2 id="noticia-olho" style="text-align: justify;">Brasileiros com superpoderes como os heróis do filme norte-americano protagonizam ‘Super-Humanos’, programa que estreia hoje no History Chanel</h2>
<p id="barra-superior" class="barra-superior" style="text-align: justify;"> Rio &#8211;  Eles voam, atingem alta velocidade, entortam barra de ferro, levantam peso com a boca e saltam de grandes alturas. Pode parecer façanha dos heróis do filme ‘Os Vingadores’, sucesso de bilheteria no País com mais de R$ 12 milhões arrecadados em três semanas, mas não é. Os superpoderes são de 11 de brasileiros que protagonizam a série ‘Super-Humanos: América Latina’, que estreia hoje, às 22h, no History Channel.</p>
</div>
<div id="noticia" class="noticia">
<p style="text-align: justify;">Ao longo de oito episódios, o programa, que nos Estados Unidos é apresentado pelo cartunista Stan Lee — criador de Batman, Mulher Maravilha e Homem-Aranha, entre outros —, vai mostrar habilidades extraordinárias de pessoas como o paraquedista Luigi Cani, 41 anos, o Super Velocidade, que realiza saltos em queda livre, atingindo grandes velocidades. Ele possui o recorde mundial, caindo a 522 km/h. Na série, alcançou 410 km/h, pulando de oito mil pés de altura.</p>
<p style="text-align: justify;">“Sempre tive medo de altura, mas me sentia atraído por isso. Sonhava que era o Super-Homem. Quando comecei a saltar, queria fazer algo diferente”, conta Cani, que se identifica com Batman mas ainda sonha voar com a velocidade supersônica do Homem de Ferro. “Se eu não estiver superando algum limite, não fico satisfeito. Por isso, estou sempre criando um novo desafio”, completa.</p>
<p style="text-align: justify;">Aos 38 anos, Ricardo Nort é uma espécie de Hulk tupiniquim. Sete vezes campeão mundial de levantamento de peso e dono de academia, ele puxou dois caminhões, um em cima do outro, com cerca de 20 toneladas. Mas seu recorde foi arrastar um avião 727 de 57 toneladas. “Para ter essa força é preciso nascer com genética favorável. Depois, tem que treinar o físico e a mente para suportar a dor”, diz Ricardo.</p>
<p style="text-align: justify;">O poder do policial militar Delson Peixoto, 31 anos, está na boca. Apelidado de ‘Dentes de Aço’ e ‘Mandíbula’, ele é capaz de levantar um peso de 117 kg com a força de seu maxilar. De acordo com testes realizados num laboratório em São Paulo, a mordida de Delson numa placa de chumbo atingiu 1.800 kg. “Colocava o meu pitbul para puxar a ponta da corda e eu puxava do outro lado com os dentes. Foi assim que descobri minha habilidade. Treino há sete anos, mas acho que existe uma predisposição genética”, aposta Delson, que também arrastou um caminhão com a boca. “Pela força bruta, acho que me pareço com o Hulk”, admite.</p>
<p style="text-align: justify;">Pedro Thomas, 20, pratica uma atividade ainda recente no País, o parkour, no qual o desportista salta de um lado para outro utilizando apenas a força das pernas. Quando começou, há seis anos, pesava 10 kg a mais que os 62 kg atuais. Na série, saltou de um telhado para outro a uma distância de mais de quatro metros. “Sou autodidata, desenvolvi minha própria técnica, mas nunca sofri um acidente grave nem quebrei nada”, garante ele, que se acha um Homem-Aranha, mas bem poderia ser o Capitão América.</p>
<h2 style="text-align: center;">Matéria no Jornal &#8220;O Dia&#8221;<a href="http://odia.ig.com.br/portal/diversaoetv/vingadores-br-1.441306"><img class="aligncenter wp-image-724 size-full" src="https://luismello.com.br/wp-content/uploads/o-dia.jpg" alt="Superhumanos" width="960" height="663" srcset="https://luismello.com.br/wp-content/uploads/o-dia.jpg 960w, https://luismello.com.br/wp-content/uploads/o-dia-300x207.jpg 300w, https://luismello.com.br/wp-content/uploads/o-dia-768x530.jpg 768w" sizes="(max-width: 960px) 100vw, 960px" /></a></h2>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Os monges guerreiros e os piratas Wukou</title>
		<link>https://luismello.com.br/os-monges-guerreiros-e-os-piratas-wukou/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luis Mello]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Nov 2016 12:26:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[História do Kung Fu]]></category>
		<category><![CDATA[Monges guerreiros]]></category>
		<category><![CDATA[Shaolin]]></category>
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					<description><![CDATA[Enquanto o famoso Templo Shaolin se tornou renomado por seus monges guerreiros, foi durante o período Ming que o templo estabeleceu a sua reputação de bastiões do estudo marcial. Ironicamente,...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Enquanto o famoso Templo Shaolin se tornou renomado por seus monges guerreiros, foi durante o período Ming que o templo estabeleceu a sua reputação de bastiões do estudo marcial. Ironicamente, os monges guerreiros que ajudaram o Templo Shaolin a ganhar esta reputação não se pareciam em nada com as suas contrapartes. Eles eram primeiramente bem mais soldados do que monges. Não possuíam medo de tomar vidas e soltavam gritos de guerra ao invés de entoar ritos. Eles também enrolavam suas cabeças em roupas vermelhas e pintavam seus rostos com tinta índigo (em imitação do Jian Zhai Pu Sha, não de fantasmas) para aterrorizar seus inimigos.<br />
Seção de um pergaminho da dinastia Ming mostrando o corredor Hexi de cabelos vermelhos e pele azul Zhai Pu Sha, também conhecido como Da Shu Jin Na Luo Wang Pu Sha, ou Druma Kinnara Raja Bodhisattva. Embora normalmente associado com música, Da Shu Jin Na Luo Wang Pu Sha foi um honrado deus da cozinha no budismo chinês. Ele também era o guardião tradição marcial de Shaolin.<br />
Nem todos os monges gueirros Shaolin vieram do Templo Shaolin. Muitos foram convocados de outros monastérios (mas treinos em artes marciais de Shaolin) sendo muitas vezes agrupados juntos como “verdadeiro” monges Shaolin.</p>
<p style="text-align: justify;">Equipamento</p>
<p style="text-align: justify;">Como monges guerreiros eram muito chamados em grande número ad hoc , eles não possuíam um equipamento padrão. Muitos monges guerreiro utilizavam um Shaolin Gun (少林棍) de ferro no campo de batalha, uma arma que eram familiares. No entanto, certamente não se limitavam a estes bastões, e usavam rapidamente armas como sabres, alabardas, piques, Gou Lian Qiang (鈎鐮鎗) e Tang Ba (钂鈀). Eles também não tinham qualquer escrúpulo em utilizar arcos, bestas, armas de fogo e até mesmo armas incendiárias. Monges guerreiros também lutavam como cavalaria.</p>
<p style="text-align: justify;">Ironicamente, monges guerreiros não parecem ter usado a Pá de Monge (pá meia-lua).</p>
<p style="text-align: justify;">Muitos provavelmente combatiam sem armadura, mas alguns se tornaram conhecidos por utilizarem armadura de bambu em cima de uma armadura de couro.</p>
<p style="text-align: justify;">Organização e Táticas</p>
<p style="text-align: justify;">Monges guerreiros eram poucos em números e normalmente não precisavam de qualquer organização além do nível de pelotão. Eles eram agregados aos exércitos Ming, mas distribuídos em destacamentos independentes apenas de monges sob seu próprio comandante. Contrariamente à estereotipada imagem do monge com kung fu acrobático, monges guerreiros lutavam em formação ordeira.</p>
<p style="text-align: justify;">Monges Shaolin utilizavam uma formação em coluna agressiva conhecida como Chang She Shi Zhi (長蛇之勢 lit. formação serpente longa). Esta consistia em dois piqueiros posicionados na frente, um Gou Lian Qiang entre eles alternando em guerreiros com bastões de ferros e albardas entre estes três, além de uma mistura de tropas com arqueiros, besteiros e armas de fogo que atacavam simultaneamente enquanto os monges armados com Gou Lian Qiang tentavam enganchar as pernas de seus inimigos. Se qualquer inimigo desafortunada caísse pela lança em gancho, seria rapidamente morto pelos bastões de ferro. Enquanto os monges de infantaria engajavam pela frente, monges guerreiros montados tentavam flanquear ou circular eles os inimigos.</p>
<p style="text-align: justify;">Mesmo que estes monges guerreiros normalmente lutassem em formação, ocasionalmente demonstravam um excelente nível de treinamento em artes marciais. Em uma ocasião, um monge Shaolin chamado Yue kong (月空) pulou sobre a cabeça de um Wukou em carga (倭寇: piratas japoneses da costa) da posição sentados, então esmagou seu crânio com um balanço do seu bastão de ferro.</p>
<p style="text-align: justify;">Shaolin contra Ronin</p>
<p style="text-align: justify;">Enquanto os monges guerreiros não recebiam qualquer treinamento militar, seu estilo de vida monástico fizeram com fossem resistentes e disciplinados. Como ascéticos, monges guerreiros geralmente não se interessavam em pilhagens ou buscar recompensas (usualmente eram a maior causa de indisciplina em outros exércitos Ming). A proeza em combate destes monges guerreiros podiam rapidamente se igualar ou superar a de um Wokou. De fatos, monges guerreiros estavam entre os primeiros a conseguir uma vitória após uma longa série de derrotas humilhantes. No entanto, eram poucos em número, não se misturavam com as tropas Ming regulares, não possuíam qualquer opinião em planejamento estratégico, e eram altamente distintos no campo de batalha. Os altamente astutos Wokou rapidamente aprenderam a explorar esta fraqueza, empregando artifícios e emboscadas para contra-atacar eles. Então, os monges guerreiros começaram a sofrer de cada casualidades cada vez maiores, mesmo que tenham vencido a maioria dos encontros com os Wokou.</p>
<p style="text-align: justify;">Enquanto monges guerreiros não estavam em qualquer posição para verdadeiramente abalar a base da incursão dos Wukou, suas vitórias ajudaram o exército Ming a reconquistar confiança, e pavimentaram o caminho para futuros generais Ming como Yu Da You (俞大猷) e Qi Ji Guang (戚繼光) finalmente virarem a maré contra os Wukou.</p>
<p style="text-align: justify;">Wukou era uma congregação multinacional de piratas e contrabandistas que consistiam de chineses, japones, coreanos e até mesmo portugueses. Certamente incluía os Ronin ou ex-Samurai em suas fileiras. Wang Zhi (汪直) que apresentou Tanegashima aos japoneses era um líder Wokou (mais propriamente, a tripulação portuguesa em seu navio apresentou o fecho de mecha aos japoneses). Ele até mesmo situou sua base de operações nas Ilhas Goto.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Matéria Superhumanos Super IG</title>
		<link>https://luismello.com.br/materia-superhumanos-superig/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luis Mello]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 02 Oct 2016 01:08:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Midia]]></category>
		<category><![CDATA[news]]></category>
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					<description><![CDATA[Série de Stan Lee ganha versão latina com “Super-Humanos” brasileiros Personagens do reality parecem saídos dos filmes hollywoodianos, mas provam que são de carne e osso Emilio Franco Jr, especial...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="noticia-header">
<h1 id="noticia-titulo" style="text-align: justify;">Série de Stan Lee ganha versão latina com “Super-Humanos” brasileiros</h1>
<h2 id="noticia-olho" style="text-align: justify;">Personagens do reality parecem saídos dos filmes hollywoodianos, mas provam que são de carne e osso</h2>
<div id="barra-superior" class="barra-superior nobdb" style="text-align: justify;">
<p><span id="authors-box"><strong>Emilio Franco Jr, especial para o iG</strong></span></p>
</div>
</div>
<div class="barra-compartilhamento" style="text-align: justify;"> São mais de 7 bilhões de pessoas no mundo, todas, em teoria, geneticamente semelhantes. Mas, às vezes, acontecem mutações evolutivas e aparecem humanos com poderes especiais. O que poderia ser a sinopse da saga “<strong>X-Men</strong>” é, na verdade, ponto de partida para o curioso programa “<strong>Super-Humanos</strong>”, em exibição desde a última semana pelo canal pago History Channel.</div>
<div id="noticia" class="noticia" style="text-align: justify;">
<p><img class="alignleft" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/30/kq/1j/30kq1j7nccu76a6gwl5pwyck4.jpg" /></p>
<div class="undefined">O homem Antigravidade em ação, em Brasília</div>
<p>A versão latina da série, que vai ar todas as quintas-feiras, às 22 horas, mostra pessoas com habilidades físicas e mentais inacreditáveis. São homens e mulheres capazes de fazer conta mais rápido do que a calculadora, levantar peso com os dentes ou até mesmo correr 100 quilômetros ininterruptos sem apresentar sinais de cansaço.</p>
<p>O professor <strong>Luis Cláudio de Mello</strong>, 37 anos, consegue, por exemplo, cravar pregos na mão, quebrar tijolos com a cabeça e entortar ferro. Ele logo alerta, no entanto, que é um ser humano de carne e osso como qualquer outro. “A cada demonstração arrisco a minha vida, mas a experiência me faz ter certeza de que tudo dará certo, mas é perigoso e um erro pode ser fatal”, confessa.</p>
<p>Luis conta que sua habilidade é fruto de muito treinamento. Ele se dedica diariamente ao Kung Fu, arte milenar que o credenciou a quebrar um facão afiado com a garganta para o programa. “Em alguns momentos nos machucamos porque excedemos a nossa capacidade”, explica ao falar que nunca se feriu em apresentações, mas que já teve incidentes em treinos. “Podem ocorrer leves ferimentos na pele ou cortes superficiais”, minimiza.</p>
<p>As palavras leve e superficial não combinam com outro super-humano, <strong>Ricardo Nort,</strong> de 38 anos, campeão mundial de levantamento de peso. Ele consegue puxar dois caminhões amarrados ao corpo apenas por uma corda.</p>
<figure class="foto-legenda gd12"><img class="aligncenter" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/5e/j8/lx/5ej8lxg10fvon2g38uts3l0vt.jpg" width="755" height="473" /><figcaption class="undefined">
<div class="undefined">O Homem-Invencível, Ricardo Nort, consegue puxar dois caminhões amarrado por uma corda</div>
</figcaption></figure>
<p>Mas as consequências são tão inusitadas quanto o feito que realiza. Após gravar a participação no programa, Ricardo perdeu três centímetros de altura. Os discos intravertebrais se contraíram muito com o peso dos caminhões nos ombros e ele passou de 1,92m para 1,89m. “Mas não senti dor, no outro dia estava legal”, ressalta.</p>
<figure class="foto-legenda gd6"><img class="alignleft" src="https://i0.statig.com.br/bancodeimagens/38/vw/t1/38vwt1owh1xtwdtlj2b3cu4im.jpg" /><figcaption class="undefined">
<div class="undefined">O Encantador de Aranhas</div>
</figcaption></figure>
<p>Se não fossem por detalhes como esse, a exemplo de pequenos ferimentos, os personagens do programa passariam facilmente a impressão de serem super-heróis de filmes hollywoodianos.“De vez em quando escuto isso de crianças”, diverte-se Ricardo, que é 50% mais forte do que a média dos homens brasileiros. Os resultados de testes de força surpreenderam até a equipe médica, que nunca havia visto números semelhantes. Assim, nem parece tão difícil fazer dois caminhões, um em cima do outro, andarem apenas com a força do corpo.</p>
<p>Mas não adianta chamá-lo de super-humano. “Não é todo dia que sou forte”, afirma. O segredo, acredita, é a combinação de boa genética e persistência. “Sempre fui um dos garotos mais fracos da escola, tudo isso foi desenvolvido com muito trabalho, estudo e determinação”.</p>
<p>Mesmo assim, as pessoas pensam que eles nascem com esses dons, conta Luis, que treina há anos o conceito de controle de energia. Se pareceu coisa de heróis da Marvel, o professor explica que a energia Qi está presente em tudo e pode, com exercícios milenares, tornar o corpo imune a ataques físicos. “Isso se chama vestir a camisa de ferro”, diz.</p>
<p>Além de Luis e Ricardo, outros nove brasileiros integram a seleção do programa, que ainda conta com mexicanos, colombianos e argentinos, entre homens e mulheres. No total, são 32 casos de superpoderes contados em oito episódios de uma hora cada.</p>
<div id="attachment_1301" style="width: 1010px" class="wp-caption alignnone"><img aria-describedby="caption-attachment-1301" class="wp-image-1301 size-full" src="https://luismello.com.br/wp-content/uploads/28052012_alefotos_superhumanos_0027-1.jpg" width="1000" height="662" srcset="https://luismello.com.br/wp-content/uploads/28052012_alefotos_superhumanos_0027-1.jpg 1000w, https://luismello.com.br/wp-content/uploads/28052012_alefotos_superhumanos_0027-1-300x199.jpg 300w, https://luismello.com.br/wp-content/uploads/28052012_alefotos_superhumanos_0027-1-768x508.jpg 768w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><p id="caption-attachment-1301" class="wp-caption-text">Luis Cláudio de Mello é o Super-Energia. Ele consegue quebrar tijolos com a cabeça, cravar pregos com as mãos e entortar ferros com os braços.</p></div>
<p style="text-align: center;">Matéria original no SUPERIG</p>
</div>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://jovem.ig.com.br/cultura/seriestv/2012-05-30/serie-de-stan-lee-ganha-versao-latina-com-superhumanos-brasileir.html"><img class="aligncenter wp-image-452 size-full" title="Materia superhumanos" src="https://luismello.com.br/wp-content/uploads/Snap-2012-05-31-at-00.26.23.png" width="976" height="422" srcset="https://luismello.com.br/wp-content/uploads/Snap-2012-05-31-at-00.26.23.png 976w, https://luismello.com.br/wp-content/uploads/Snap-2012-05-31-at-00.26.23-300x130.png 300w, https://luismello.com.br/wp-content/uploads/Snap-2012-05-31-at-00.26.23-768x332.png 768w" sizes="(max-width: 976px) 100vw, 976px" /></a></p>
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		<title>Globo Ciências</title>
		<link>https://luismello.com.br/globo-ciencias-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luis Mello]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Sep 2016 00:59:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[Televisão]]></category>
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					<description><![CDATA[Criadas para a autodefesa, as artes marciais têm origem na pré-história Mestre de Kung Fu conta como surgiram diferentes tipos de lutas Segundo registros históricos, a origem da expressão “arte...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;">Criadas para a autodefesa, as artes marciais têm origem na pré-história</h2>
<div class="materia-titulo" style="text-align: justify;">
<h4 style="text-align: center;">Mestre de Kung Fu conta como surgiram diferentes tipos de lutas</h4>
</div>
<div class="materia-assinatura-letra" style="text-align: justify;"></div>
<div id="materia-letra" class="materia-conteudo entry-content">
<div>
<p style="text-align: justify;">Segundo registros históricos, a origem da expressão “arte marcial” vem da cultura ocidental. O termo refere-se, mais especificamente, às habilidades de guerrear e de lutar ensinadas ao homem por Marte, deus greco-romano da guerra. Surge a partir daí o nome marcial. Já a palavra arte vem do latim <em>ars</em>, e significa técnica, sendo compreendida também no mundo antigo como qualquer atividade humana ligada a manifestações de estética e de comunicação. De modo geral, as artes marciais, ou militares, como também são conhecidas, abrangem as práticas utilizadas por exércitos em casos de confronto direto homem a homem.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas ao contrário do que muitos possam imaginar, o objetivo primário das artes marciais é a defesa, e jamais o ataque. “Quando nos referimos às artes marciais, tais como Tae Kwon Do, Kung Fu, Caratê, Sumô e Muay Thai, por exemplo, elas são conhecidas no oriente pelo termo <em>Wushu</em>. Os antigos chineses quando diziam entrar em guerra afirmavam ‘levantar armas contra’. Portanto, <em>‘Wu’</em> significa parar a guerra, e <em>‘Wushu’</em> a arte de parar a guerra, conter, ou dominar a guerra”, explica o mestre de Kung Fu Luis Mello, fundador do Instituto Lohan, centro que ensina artes marciais, localizado em São Paulo.</p>
<p style="text-align: justify;">Conforme ele conta, as origens mais remotas da arte marcial são da pré-história, quando o homem primitivo, de uso de um pedaço de pau, pedra, ou osso, golpeou seu semelhante, ou mesmo animais selvagens, em situações de combate. Tais técnicas foram se aperfeiçoando gradativamente e transmitidas às gerações posteriores. “Todos os sistemas de combate primitivos que surgiram na pré-história floresceram, praticamente, em todas as partes do mundo. Métodos mais eficazes de eliminar o inimigo foram criados, estudados, aperfeiçoados e ensinados durante toda a história da humanidade. O combate armado e desarmado era um costume tradicional de todas as culturas antigas orientais e ocidentais”, ensina Luis.</p>
<p style="text-align: justify;">Ele ressalta que o conceito de arte marcial conhecido hoje não surgiu na Grécia, ou na Roma antiga. Tem suas raízes encontradas na Mesopotâmia. “As invasões dos povos arianos (oriundos da Ásia Central) culminaram na conquista de praticamente todo o Mundo Clássico, desde a Irlanda até a Índia, do Egito às tundras da Rússia. A tradição guerreira dos arianos se mesclou à tradição do Yoga Hindu, incluindo as técnicas transcendentais de respiração, meditação, visualização e concentração”, conta o mestre.</p>
<p style="text-align: justify;">Luis detaca que tais métodos evoluíram e se transformaram no Budismo, sendo que as tradições guerreiras tornaram-se meios de cultivo da mente e do espírito. “Quando o Budismo foi exportado para a China, esse caminho se fundiu às culturas de meditação, ética, medicina, filosofia e educação, como o Taoísmo, Confucionismo, Medicina chinesa, além das artes de combate chinesas denominadas <em>Wushu</em>. As artes marciais modernas, como as que conhecemos hoje, provêm desse conceito mesclado de cultura, artes de combate e medicina”, explica.</p>
<p style="text-align: justify;">Já nos tempos modernos, as artes marciais saíram do campo de batalha e migraram para as competições esportivas. Como modalidade olímpica, Luis destaca que a primeira luta a ser disputada em uma Olimpíada foi a Luta Olímpica, conhecida também como Greco-Romana. “Depois veio o Boxe, que também surgiu na Grécia antiga; o Judô, que seria o resumo das artes marciais japonesas; o Tae Kwon Do, luta dos samurais voadores da Coreia; e, finalmente, em 2020, está prevista a entreda do <em>Wushu</em> chinês, popularmente conhecido como Kung Fu”, aponta.</p>
<p style="text-align: justify;">O mestre Luis ressalta que não é possível determinar com exatidão qual foi a primeira arte marcial criada pelo homem, já que existem várias em todo o mundo, incluindo as criadas pelos africanos, astecas, incas, russos, árabes, persas, gregos, chineses, indianos, filipinos, tibetanos, siameses e índios brasileiros, lista o mestre. Luis lembra que todos esses povos desenvolvem, até hoje, artes de combate, porém, as mais antigas artes marciais que se têm relatos na história provém da Índia e da China.</p>
<p style="text-align: justify;">“Na Índia, há o antigo <em>Kalaripayattu</em>, arte marcial que tem de seis a oito mil anos de existência. Já na China, temos o Kung Fu, que é pai de todas as artes marciais mais famosas conhecidas por nós na atualidade, como o Judô, Jiu-Jitsu, Caratê, Sumô, Muay Thai, Pencak Silat, Kali e Kendo. O Kung Fu talvez seja uma das mais antigas artes marciais, tendo de cinco a sete mil anos de existência, e com certeza é a mais praticada no mundo”, lembra.</p>
<p style="text-align: justify;">Para quem não conhece, o Kung Fu é uma arte marcial baseada na cultural chinesa, fundamental, segundo Luis, no Taoísmo, Budismo, Confucionismo, literatura, medicina chinesa e nas artes em geral. Foi criado na origem da sociedade chinesa com o objetivo de promover a autodefesa. Mais tarde, foi aperfeiçoado como exercício terapêutico, evoluindo também para a prática filosófica e de desenvolvimento humano, culminando no Kung Fu que conhecemos hoje.</p>
<p style="text-align: justify;">A respiração nas artes marciais é algo muito valorizado na prática do Kung Fu. “A técnica de respiração no Kung Fu se denomina <em>Chi Kung</em>, ou <em>Qi Gong</em>, e é um termo de origem chinesa que se refere ao trabalho, ou exercício, de cultivo da energia. Esses exercícios têm a finalidade de estimular e promover uma melhor circulação de <em>Chi</em> (energia vital) no corpo. Vivemos como respiramos”, conclui Luis, destacando que para ser um mestre de Kung Fu é preciso, pelo menos, dez anos de prática.</p>
<h2 style="text-align: center;">Matéria no globo.com</h2>
</div>
</div>
<p><a href="http://redeglobo.globo.com/globociencia/noticia/2012/09/criadas-para-autodefesa-artes-marciais-tem-origem-na-pre-historia.html"><img class="aligncenter wp-image-445 size-full" title="globo ciencias" src="https://luismello.com.br/wp-content/uploads/13072012_alefotos_institutolohan_0632.jpg" width="1000" height="342" srcset="https://luismello.com.br/wp-content/uploads/13072012_alefotos_institutolohan_0632.jpg 1000w, https://luismello.com.br/wp-content/uploads/13072012_alefotos_institutolohan_0632-300x103.jpg 300w, https://luismello.com.br/wp-content/uploads/13072012_alefotos_institutolohan_0632-768x263.jpg 768w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
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